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Distrito Sala
Detalhe Evento

"Um Requiem Alemão" de J.Brahms / III Ciclo de Concertos de Coimbra

Música & Festivais | Clássica

Convento São Francisco

Grande Auditório
Classificação Etária
Maiores de 6 anos
Bilhete Pago
A partir dos 3 anos
2017
dez
08

Sessão

08 dez 2017 18:00
Dias
Hrs
Min
Seg

Duração

120 minutos

Abertura Portas

17:30

Intervalo

Sem Intervalo.

Produtor

CulturXis - Associação de Desenvolvimento Artístico

Breve Introdução

Poucas obras na história da música aparecem tão impregnadas de espiritualidade, não apenas no que diz respeito ao texto, mas também no que concerne à própria música. Dois foram os acontecimentos que impulsionaram Brahms a compor o seu Requiem o falecimento, no Verão de 1856 do seu amigo Robert Schumann (no qual, paradoxalmente, também se tinha proposto a compor uma obra com o mesmo título) e, principalmente, a morte de sua própria mãe em Fevereiro do ano de 1865.

Os primeiros compassos da obra foram escritos por Brahms em 1856, e sua conclusão prolongou-se,, praticamente,, até pouco antes de sua estreia, na catedral de Bremen, na Sexta-Feira Santa do ano de 1868. O texto foi escolhido pelo próprio autor a partir das traduções luteranas do Antigo e do Novo Testamentos. Com esta obra, Brahms alcançou a celebridade na Alemanha. Foi, sem dúvida a maior obra coral sacra do período romântico, muito embora não fosse um Requiem litúrgico, nos moldes católicos, mas uma cantata fúnebre, uma meditação sobre a morte, composta a partir de textos bíblicos directamente traduzidos para o alemão. O Requiem Alemão está dividido em sete partes. O Coro Sinfónico Inês de Castro traz, agora, a público, a reinterpretação da obra para soprano, barítono, coro misto e dois pianos.

Ficha Artística

Coro Sinfónico Inês de Castro (CCSIC) é o único coro sinfónico residente, da cidade de Coimbra. Sob a regência e direção artística do maestro Artur Pinho Maria, dispõe no seu conselho artístico de quatro ensaiadores de naipe Vera Silva (soprano), Inês Santos (soprano), Ricardo Vicente (tenor) e Rodrigo Carvalho (baixo).

O CSIC iniciou a sua atividade em 2012, chamando a si o título de primeiro coro do mundo a cantar com recurso a tablets, na sua estreia ocorrida no dia 3 de Outubro de 2012, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no âmbito de uma parceria com a Samsung Portugal, onde as habituais partituras em papel foram substituídas por suportes digitais em tablets. O CSIC tem vindo a apresentar-se, em vários pontos do país, Espanha e EUA. Do seu reportório fazem parte algumas das mais emblemáticas obras da História da Música Ocidental tais como: o Requiem K 626 de W.A.Mozart, a Petite Messe solennelle, de G.. Rossini, a Nona sinfonia de Beethoven a Oratória de Natal, de J.S. Bach, e diversos coros de óperas de Verdi, constam ainda da música portuguesa, Requiem à memória
de Camões, de J.D.Bomtempo, o Magnifcat em talha dourada e as Cinco Peças de Carácter do Ciclo Inesiano, ambas de Eurico Carrapatoso, o Requiem Inês de
Castro de Pedro Macedo Camacho e ainda a Cantata Gnóstica de Jorge Salgueiro. Estas duas últimas obras foram levadas a palco pelo CSIC, em estreia absoluta. O Coro Sinfónico Inês de Castro foi selecionado, em 2015, pela Distinguished Concerts International New York (DDCINY) para representar Portugal na categoria de Coros Sinfónicos, num concerto realizado no dia 7
de março de 2016, na emblemática sala de espetáculos Carnegie Hall em Midtown Manhattan, na cidade de Nova Iorque. O Ciclo de Requiem - Coimbra, que completou em 2016 a sua 4ª edição, e o Ciclo de Natal, com inicio em
2015, são duas das iniciativas Coro Sinfónico Inês de Castro, cuja proposta visa contribuir para o desenvolvimento e divulgação da música coral sinfónica.

A qualidade da sua performance foi também apreciada na Sé do Funchal, onde em novembro de 2016 atuou para mais de duas mil pessoas, numa iniciativa para
angariar fundos para as vítimas dos incêndios na ilha da Madeira em agosto de 2016. Em 2016 é lançado o primeiro CD/DVD com interpretação do Requiem a Inês de Castro de Pedro Macedo Camacho, gravado ao vivo na Sé Velha de Coimbra.
O CSIC teve também o privilégio e honra de ser dirigido por maestros de reconhecido mérito tais como José Maria Moreno, José Ferreira Lobo, Cesário Costa, Jorge Salgueiro e Pedro Neves.


Coro sinfónico Inês de Castro
Barítono Rodrigo Carvalho
Soprano Vera Silva
Piano 1 Catarina Andrade
Piano 2 Natália Ferreira

Maestro Artur Pinho Maria

Preços

Cadeiras de Orquestra e 1.ª Plateia - 12,50€

2.ª Plateia - 10€

Balcão - 8€ (Fila de visibilidade reduzida - 5€)

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